{"id":2412,"date":"2020-01-01T09:10:30","date_gmt":"2020-01-01T09:10:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.encontrasaoluisma.com.br\/sobre\/?p=2412"},"modified":"2020-01-01T09:11:30","modified_gmt":"2020-01-01T09:11:30","slug":"museu-do-reggae-sao-luis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.encontrasaoluisma.com.br\/sobre\/museu-do-reggae-sao-luis\/","title":{"rendered":"Museu do Reggae S\u00e3o Luis"},"content":{"rendered":"<div class=\"b2725ec362a26ac90450d31a667f90fe\" data-index=\"1\" style=\"float: none; margin:0px;\">\n<!-- Anuncio display - global -->\r\n<ins class=\"adsbygoogle\"\r\n     style=\"display:block\"\r\n     data-ad-client=\"ca-pub-8585364105181520\"\r\n     data-ad-slot=\"8789329856\"\r\n     data-ad-format=\"auto\"\r\n     data-full-width-responsive=\"true\"><\/ins>\r\n<script>\r\n     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});\r\n<\/script>\n<\/div>\n<p>O <strong>Museu do Reggae\u00a0S\u00e3o Luis<\/strong>\u00a0\u00e9 o primeiro museu tem\u00e1tico de reggae fora da Jamaica e o segundo do mundo, localizado no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<p>Museu do Reggae em S\u00e3o Lu\u00eds conta com 5 espa\u00e7os, sendo que quatro deles recebem o nome de um clube de reggae da cidade. O que identifica cada clube \u00e9 a sua radiola, uma meton\u00edmia empregada para os aparelhos de som utilizados pelos DJs que no passado viravam verdadeiras celebridades e se empenhavam em conseguir discos exclusivos para animar os bailes.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-2413 size-full\" title=\"Museu do Reggae S\u00e3o Luis\" src=\"https:\/\/www.encontrasaoluisma.com.br\/sobre\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/museu-do-maranh\u00e3o.gif\" alt=\"Museu do Reggae S\u00e3o Luis\" width=\"680\" height=\"189\" \/><\/p>\n<h2>Museu do Reggae S\u00e3o Lu\u00eds\u00a0Hist\u00f3ria<\/h2>\n<p>Foi fundado em 18 de janeiro de 2018. O museu tem como objetivo materializar as mem\u00f3rias do ritmo jamaicano que conquistou o Maranh\u00e3o.\u00a0S\u00e3o Lu\u00eds \u00e9 considerada tamb\u00e9m a capital do reggae no Brasil, o que valeu o apelido de Jamaica brasileira. A cidade conta com mais de 200 radiolas, nome dado \u00e0s equipes de sons formadas por DJs e aparelhagens com dezenas de potentes caixas amplificadoras empilhadas.<\/p>\n<p>Diversas narrativas buscam explicar como o reggae se incorporou \u00e0 cultura local. Segundo alguns relatos, desde a d\u00e9cada de 70, algumas pessoas conseguiam captar ondas-curtas de r\u00e1dios caribenhas, em raz\u00e3o da proximidade geogr\u00e1fica. Posteriormente, turistas, emigrantes e marinheiros da zona portu\u00e1ria da cidade tamb\u00e9m influenciariam na introdu\u00e7\u00e3o do ritmo no estado.\u00a0Nas d\u00e9cadas de 80 e 90, a chamada massa regueira come\u00e7a a lotar os bailes pela periferia de S\u00e3o Lu\u00eds. Em 1984, surge o primeiro programa de r\u00e1dio dedicado exclusivamente ao reggae, e posteriormente ganha programas de televis\u00e3o locais, como o Conex\u00e3o Jamaica, da TV Difusora. Tamb\u00e9m foram formadas as primeiras bandas locais, como a Tribo de Jah.<\/p>\n<p>O reggae tocado em S\u00e3o Lu\u00eds apresenta caracter\u00edsticas pr\u00f3prias em rela\u00e7\u00e3o ao reggae jamaicano, buscando um ritmo mais cadenciado, rom\u00e2ntico e sensual. A forma de dan\u00e7ar (&#8220;agarradinho&#8221;) tamb\u00e9m \u00e9 t\u00edpica da regi\u00e3o. Alguns pesquisadores defendem que o estilo do ritmo tem uma batida parecida com ritmos folcl\u00f3ricos locais, como o bumba-meu-boi e o tambor de criola. Algumas m\u00fasicas s\u00e3o conhecidas como &#8220;mel\u00f4&#8221; ou \u201cpedra\u201d, no hit parade local.\u00a0No Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds, h\u00e1 um roteiro tur\u00edstico em que um guia especializado conduz os visitantes aos lugares que foram representativos para a hist\u00f3ria do reggae, com apresenta\u00e7\u00e3o de grupo de dan\u00e7a do ritmo. A Pra\u00e7a do Reggae (esquina das ruas de Nazar\u00e9 e da Estrela, no Centro Hist\u00f3rico) tamb\u00e9m recebe atra\u00e7\u00f5es musicais.\u00a0No primeiro ano de funcionamento, o museu recebeu 50 mil visitantes, dos quais 20 mil eram turistas.<\/p>\n<h3>Museu do Reggae\u00a0S\u00e3o Lu\u00eds Acervo<\/h3>\n<p>O projeto arquitet\u00f4nico tem como fun\u00e7\u00e3o homenagear Bob Marley, maior \u00edcone do reggae no mundo, e foi pintado com as cores do ritmo: amarelo, verde e vermelho.\u00a0O Museu do Reggae do Maranh\u00e3o conta com cinco ambientes. Na Sala dos Imortais, o espa\u00e7o busca homenagear os grandes nomes do reggae maranhense que j\u00e1 morreram. Nos outros quatro ambientes, homenageia-se os tradicionais clubes de reggae de S\u00e3o Lu\u00eds: Clube Pop Som, Clube Toque de Amor, Clube Uni\u00e3o do BF e Clube Espa\u00e7o Aberto.<\/p>\n<p>O p\u00fablico pode ter contato com discos raros, v\u00eddeos e fotos hist\u00f3ricas, moda reggae ao longo do tempo, al\u00e9m de depoimentos gravados com personagens da cena reggae. Tamb\u00e9m comp\u00f5em o acervo imaterial e digitalizado do museu livros, artigos, teses e disserta\u00e7\u00f5es, na Biblioteca do Reggae, possibilitando a realiza\u00e7\u00e3o de pesquisas, al\u00e9m do caf\u00e9 do museu, o Roots Caf\u00e9.<\/p>\n<p>O <em>acervo<\/em> do museu conta com rel\u00edquias do reggae, como uma guitarra da banda maranhense Tribo de Jah, usada pela banda em mais de 20 pa\u00edses, fazendo parte da hist\u00f3ria do grupo, tendo sido usada nas primeiras grava\u00e7\u00f5es de suas m\u00fasicas e em grandes shows nacionais e internacionais. Encontra-se presente a radiola \u201cVoz de Ouro Canarinho\u201d, de Edmilson Tom\u00e9 da Costa, mais conhecido como Serralheiro, que foi um dos pioneiros do reggae no Maranh\u00e3o, e disseminador do g\u00eanero musical nos anos de 1970.<\/p>\n<p>O espa\u00e7o conta com estrutura para a realiza\u00e7\u00e3o de shows, festivais musicais, encontros, oficinas e aulas de dan\u00e7a.\u00a0O museu busca permitir que seus visitantes possam sentir a experi\u00eancia de estar em uma festa de reggae em um de seus ambientes.<\/p>\n<h3>Museu do Reggae\u00a0S\u00e3o Lu\u00eds Pre\u00e7os<\/h3>\n<p><em>A entrada no museu \u00e9 gratuita.<\/em><\/p>\n<h3>Vagas\u00a0Museu do Reggae S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; Trabalhe Conosco<\/h3>\n<p>Atitude, responsabilidade, resili\u00eancia, criatividade, comprometimento para resultado, e saber trabalhar em equipe s\u00e3o algumas compet\u00eancias necess\u00e1rias para fazer parte do time. Se voc\u00ea tem esse perfil e est\u00e1 em busca de oportunidades em uma empresa l\u00edder de mercado <em>envie agora mesmo seu curr\u00edculo<\/em> para\u00a0o Museu do Reggae S\u00e3o Lu\u00eds.<\/p>\n<h3>Hor\u00e1rio de Funcionamento Museu do Reggae em S\u00e3o Lu\u00eds<\/h3>\n<ul>\n<li>Ter\u00e7a a S\u00e1bado das 10h \u00e0s 20h \/ Domingo das 10h \u00e0s 13h<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Endere\u00e7o e Telefone Museu do Reggae em S\u00e3o Lu\u00eds<\/h3>\n<ul>\n<li>R. da Estrela, 124 &#8211; Centro Hist\u00f3rico\u00a0&#8211; S\u00e3o Lu\u00eds &#8211; MA<\/li>\n<li>Telefone: (98) 3222-9162<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Mapa de localiza\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<a class=\"wp-colorbox-iframe\" href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d15943.73034650654!2d-44.305511!3d-2.5289069!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x00x4ea414ae0276d1e6!2sMuseudoReggaeMaranho!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1577869632366!5m2!1spt-BR!2sbr\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.encontrasaoluisma.com.br\/imgs\/maps-post.png\"><\/a>\n\n<div style=\"font-size: 0px; height: 0px; line-height: 0px; margin: 0; padding: 0; clear: both;\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Museu do Reggae\u00a0S\u00e3o Luis\u00a0\u00e9 o primeiro museu tem\u00e1tico de reggae fora da Jamaica e o segundo do mundo, localizado no Centro Hist\u00f3rico de S\u00e3o Lu\u00eds. Museu do Reggae em S\u00e3o Lu\u00eds conta com 5 espa\u00e7os, sendo que quatro deles recebem o nome de um clube de reggae da cidade. O que identifica cada clube \u00e9 a sua radiola, uma meton\u00edmia empregada para os aparelhos de som utilizados pelos DJs que no passado viravam verdadeiras celebridades e se empenhavam em conseguir discos exclusivos para animar os bailes. 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